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O TRÂNSITO MATA 70 MIL PESSOAS POR ANO
Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver de ultrapassar vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem o seu limite. O meu é um pouco acima do dos outros."Ayrton Senna"

domingo, 24 de março de 2013

BR-163 no Pará em alta mesmo com acesso precário

Caminhões transportam mesmo com muita chuva em trecho sem pavimentação - a safra de grãos produzida no norte do mato groso para Santarém no Pará O Projeto de asfaltamento da BR-163, estrada que liga Cuiabá (MT) à Santarém (PA), passando por vasto trecho da maior fronteira agrícola no Nortão do estado do mato grosso, impulsiona a economia, onde caminhões ariscam para encurtar distancia, mesmo com trechos ainda sem pavimentação para transportar grãos até a cidade de Santarém no Pará. Existem outras negociações para a viabilização o custo frete principalmente do que produz no estado do Mato Grosso, o governo daquele estado idealiza a construção de uma ferrovia (Cuiabá-Santarém), entre meio também luta junto ao DNIT para duplicar a BR-163, no trecho entre a Capital mato-grossense até a divisa do Pará. Enquanto isto não acontece - a realidade da rodovia no Mato Grosso é triste de se ver; não esta duplicada, sem acostamento e de sinalização confusa tornam caótico o cotidiano de 12 mil caminhoneiros que trafegam dia e noite transportando a soja, para outros pontos (Santos-SP/Paranaguá-PR) do agronegócio do Brasil. A rodovia que foi inclusa no PAC (Programa de Aceleração e Crescimento) , mas a expectativa é que tudo estaria concluído até o final de 2012, foi frustrado devido a ineficácia de algumas empreiteiras, esparramadas pelo longo trecho da rodovia no estado do Pará, e pela morosidade do trecho que liga Rurópolis a Santarém de responsabilidade do Exercito Brasileiro, que em marcha lenta continua em obras, faltando aproximadamente 60 quilômetros de estrada sem pavimentação naquele local e sem prazo para conclusão.. Estima-se que faltam ainda pouco mais de 400(quatrocentos) quilômetros de rodovia sem pavimentação - no trecho da divisa do estado do mato grosso até Santarém no Pará com extensão aproximada de 1080 (um mil e oitenta) quilômetros, somando com os 120(cento e vinte) da transamazônica entre o quilometro 30 da rodovia ligando Itaituba/Rurópolis para retornar a BR-163; o trecho está sem pavimentação e a obra paralisada (transamazônica) desde 2010. Mesmo assim se criou um caminho alternativo para a escoação da produção de Mato Grosso, em especial das cidades do Nortão. A rota é tida como a mais viável logisticamente porque permite a redução de custos tanto no trecho terrestre, como marítimo. Para se ter uma ideia, de Lucas do Rio Verde até Santarém são percorridos 1,4 mil quilômetros, enquanto até Santos são mais de 2 mil. Já no caminho feito pelos navios a economia é de pelo menos 5 mil milhas, proporcionando uma economia de 30%. São mais de 400 quilômetros sem pavimentação, mesmo assim a safra produzida no Mato Grosso já esta sendo transportada para Santarém , o volume de caminhões que passam pela rodovia nos últimos dias triplicou e estima se que mais de 300 caminhões trafegam neste trecho diariamente. A estimativa também que após conclusão da rodovia passará por ela o escoamento das mais de 34 mil toneladas de grãos produzidas por ano. Enquanto a realidade demora em chegar, caminhoneiros se ariscam pela rodovia em tempo de muita chuva e os trechos ficam danificados (foto), mas não desistem de transitar por ela. É visível o aumento do trafego de caminhões que passam pelo perímetro urbano de Novo Progresso, sem quebra molas, e lombadas eletrônicas, o perigo é constante. Fonte(FP)

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