Suspeito de bater em um táxi na madrugada de segunda-feira (11), e matar o passageiro José Pedro Alves da Silva Júnior, 22 anos, o administrador Diogo Machado Teixeira disse ao G1 nesta quinta-feira (14) sua versão sobre o caso. “Foi desatenção. Meu único erro foi que eu estava carregando a bateria do celular”.
Um segundo passageiro e o motorista do táxi ficaram feridos. Câmeras de segurança de uma lanchonete, que fica no cruzamento da avenida Afonso Pena e a rua Bahia, local da batida, registraram o momento da colisão. No mesmo vídeo é possível ver um outro veículo que seguia pela avenida e vira na contramão da rua Bahia após o acidente.
Teixeira, que está detido na sede da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), admitiu ter ingerido bebida alcoólica antes de dirigir, como apontou o exame de alcoolemia. “Quatro cervejas e duas vodcas. Não estava bêbado”, disse.
Ao ser questionado se concorda ter assumido o risco de provocar mortes no trânsito ao ingerir bebida alcoólica e assumir a direção de um veículo, disse apenas “não posso falar”.
O condutor da caminhonete relatou que não se lembra da velocidade que estava no momento da colisão, nem se o semáforo estava vermelho na via em que trafegava. “Isso só o laudo vai mostrar”, afirmou, acrescentando que “provavelmente estava acima da velocidade” permitida na avenida.
o administrador de fazenda também garantiu que não participava de um racha na ocasião e que desconhece o motorista do veículo preto que aparece na imagem acessando a Afonso Pena pela contramão e deixando o local sem prestar socorro às vítimas.
Teixeira, que vai responder por homicídio doloso, ainda declarou que quer “erguer uma bandeira contra o álcool”, pois “bebida e direção não combinam”. Além disso, assegurou que tem prestado auxílio financeiro às vítimas, desde o acidente. “Estou arrependido pelas vítimas”.
O TRÂNSITO MATA 70 MIL PESSOAS POR ANO
Não sei dirigir de outra maneira
que não seja arriscada. Quando
tiver de ultrapassar vou ultrapassar
mesmo. Cada piloto tem o seu limite.
O meu é um pouco acima do dos outros."Ayrton Senna"
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
“Foi desatenção”, diz suspeito de matar passageiro de táxi em MS
Suspeito de bater em um táxi na madrugada de segunda-feira (11), e matar o passageiro José Pedro Alves da Silva Júnior, 22 anos, o administrador Diogo Machado Teixeira disse ao G1 nesta quinta-feira (14) sua versão sobre o caso. “Foi desatenção. Meu único erro foi que eu estava carregando a bateria do celular”.
Um segundo passageiro e o motorista do táxi ficaram feridos. Câmeras de segurança de uma lanchonete, que fica no cruzamento da avenida Afonso Pena e a rua Bahia, local da batida, registraram o momento da colisão. No mesmo vídeo é possível ver um outro veículo que seguia pela avenida e vira na contramão da rua Bahia após o acidente.
Teixeira, que está detido na sede da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), admitiu ter ingerido bebida alcoólica antes de dirigir, como apontou o exame de alcoolemia. “Quatro cervejas e duas vodcas. Não estava bêbado”, disse.
Ao ser questionado se concorda ter assumido o risco de provocar mortes no trânsito ao ingerir bebida alcoólica e assumir a direção de um veículo, disse apenas “não posso falar”.
O condutor da caminhonete relatou que não se lembra da velocidade que estava no momento da colisão, nem se o semáforo estava vermelho na via em que trafegava. “Isso só o laudo vai mostrar”, afirmou, acrescentando que “provavelmente estava acima da velocidade” permitida na avenida.
o administrador de fazenda também garantiu que não participava de um racha na ocasião e que desconhece o motorista do veículo preto que aparece na imagem acessando a Afonso Pena pela contramão e deixando o local sem prestar socorro às vítimas.
Teixeira, que vai responder por homicídio doloso, ainda declarou que quer “erguer uma bandeira contra o álcool”, pois “bebida e direção não combinam”. Além disso, assegurou que tem prestado auxílio financeiro às vítimas, desde o acidente. “Estou arrependido pelas vítimas”.
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