A Justiça de Campinas, no interior de São Paulo, decretou nesta terça-feira (22) a prisão preventiva, pelo prazo de 60 dias, dos dois empresários envolvidos em um racha que resultou na morte do professor de jiu-jítsu Kaio César Alves Muniz Ribeiro, de 23 anos. O jovem foi atropelado pelo carro dirigido por Adriane Aparecida Pereira Diniz Ignácio de Souza, de 42 anos. O acidente aconteceu na madrugada de sexta-feira (18).
De acordo com a Polícia Civil de Campinas, Adriane e um empresário de 32 anos disputavam um racha quando o Audi A3 da motorista atropelou o jovem. O advogado dela nega que ela participasse de um racha. A empresária foi levada para a Cadeia Feminina de Paulínia. O empresário, que dirigia um Camaro, foi para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Campinas.
A Polícia Civil havia pedido a prisão preventiva também na terça. Segundo a decisão, a libertação dos autuados poderia trazer sensação de insegurança à população.
O juiz Sérgio Araújo Gomes, da 2ª Vara do Júri , negou na segunda-feira (21) o relaxamento da prisão em flagrante solicitada pelos advogados que pediram, na sexta-feira (18), que eles respondessem os processos em liberdade.

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